Hoje, a morte «subsiste como o derradeiro tabu, realidade que se evita olhar e da qual se recusa falar. O afastamento dos que vivem o seu tempo de morrer tornou-se uma inevitabilidade para muitos. E os lutos ficam frequentemente por fazer ou são mal resolvidos, face à incapacidade humana para a tarefa de lidar com a mais essencial dimensão da sua frágil naturalidade, a morte, como se, para se ser feliz, fosse interdito pensar ou falar da morte ou conviver com quem está a morrer ou a viver o luto.»
Este tema vem responder a uma problemática educativa e a questões levantadas por numerosos catequistas.
Não perca a oportunidade!
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